sábado, 11 de setembro de 2010

Fotografia: Henri Cartier-Bresson

Para mim, a câmera é um caderno de desenho, um instrumento de intuição e espontaneidade(...) A gente olha e pensa: Quando aperto ? Agora? Agora? Agora?
Entende? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo, ou o perdemos...e não podemos recomeçar. O desenho é uma meditação...enquanto que a foto é um tiro. Pode apagar um desenho e fazer outro. Não está lutando contra o tempo. Tem todo o tempo pela frente, é uma meditação. Mas com a foto, há um espécie de angústia constante... pelo fato de estar presente. Mas é uma angústia muito calma.
Henri Cartier-Bresson


























A simplicidade de Henri Cartier é fantástica!

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